{"id":704,"date":"2011-11-20T13:41:13","date_gmt":"2011-11-20T16:41:13","guid":{"rendered":"https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=704"},"modified":"2018-03-07T18:47:09","modified_gmt":"2018-03-07T21:47:09","slug":"a-ciencia-da-felicidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?p=704","title":{"rendered":"A Ci\u00eancia da Felicidade"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><span class=\"Apple-style-span\" style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<h1 align=\"center\"><span style=\"color: #000080;\">A Ci\u00eancia da Felicidade<\/span><\/h1>\n<p align=\"center\"><span class=\"Apple-style-span\" style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<h5 align=\"right\">Pedro Tornaghi<\/h5>\n<p style=\"text-align: center;\"><span class=\"Apple-style-span\" style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/t3.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcQAQrtdWk_92uKFmpKe737EpHAwnfBGjxqgcUuWvPpXZH3BoKku\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p>Aos vinte e poucos anos eu morava no Posto 6, em Copacabana, e costumava passar todo dia, no caminho de casa, por um mesmo mendigo que, sempre, de maneira renovada, me impressionava. Era um homem-toco que, a cada sinal fechado, deslizava em um rudimentar carrinho de rolim\u00e3 entre os autom\u00f3veis parados enquanto pedia dinheiro aos motoristas. O que me desnorteava naquele rapaz era o constate sorriso, talvez o mais generoso que eu tenha visto at\u00e9 hoje. Ele disparava para cada motorista seus dentes arreganhados, desprovidos de vergonha e com franqueza \u00edmpar; fosse ap\u00f3s uma contribui\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea, recusa de aten\u00e7\u00e3o, indiferen\u00e7a ou at\u00e9 mesmo desprezo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um dia, depois de meses de cumprimentos cordiais entre n\u00f3s, como que atra\u00eddo por um \u00edm\u00e3, me aproximei para tentar desvendar minha crescente curiosidade sobre o enigma: de onde vinha aquela felicidade? Foi o que perguntei. Olhando de baixo para cima ele, desenvolto, me respondeu: \u201ceu n\u00e3o tenho nada a perder\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Naqueles dias, um outro sorriso parecido, tamb\u00e9m passou a me chamar a aten\u00e7\u00e3o. Tratava-se de mais um mendigo. Eu morava no segundo andar de um tradicional edif\u00edcio e a janela de meu quarto dava vis\u00e3o frontal para o Clube de Bridge de Copacabana, cuja atividade se estendia sempre por toda a noite. Eu que era leitor apaixonado de Dostoievski e acabara de ler \u201cO Jogador\u201d, gostava de me debru\u00e7ar na janela e observar os tipos curiosos que entravam no clube para dedicar noitadas insones aos prazeres do jogo. Havia uma escada estreita na entrada do clube por onde mulheres luxuosamente vestidas e homens de apar\u00eancia bem-cuidada e distinta encolhiam suas poses e vestes para adentrar no templo do deus das sortes e azares. E, justo nessa escada estreita, todas as noites, independente de chuva ou estrelas no c\u00e9u, se instalava, como um diligente e fiel c\u00e3o de guarda, o mendigo de idade avan\u00e7ada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Eu era m\u00fasico em inicio de carreira e costumava chegar em casa tarde. \u00c0s vezes tinha o que comer, \u00e0s vezes n\u00e3o. Numa noite de muito frio, em que cheguei e fiz uma omelete, fui \u00e0 janela comer e devorei avidamente a iguaria enquanto admirava mais uma vez o incans\u00e1vel e pl\u00e1cido mendigo \u00e0 porta do clube. Ao acabar de comer, corri \u00e0 cozinha, ansioso, para preparar outra omelete, agora para o velho e cansado homem. Imaginava sua fome maior e mais desesperada que a minha. Desci com o prato na m\u00e3o feliz por, naquela noite, ter o que compartilhar e o ofereci ao homem imaginando, claro, que teria o prazer de assisti-lo devorando o mesmo prato que, minutos antes, aplacara o desespero de meu est\u00f4mago.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foi a\u00ed que veio a surpresa. O atento senhor aceitou o prato com os olhos, pegou-o em seguida com a m\u00e3o e o colocou sobre o colo, com uma solenidade de quem desconhecia a pressa, me fitou os olhos e agradeceu num sorriso, quase similar ao do homem-toco. Subi para minha janela achando que minha presen\u00e7a o inibia de comer e, observador solit\u00e1rio, fiquei esperando que ele come\u00e7asse a com\u00ea-lo. Esperei por intermin\u00e1veis minutos at\u00e9 que ele, contemplativo, levasse a primeira garfada \u00e0 boca. A cena era curiosa, eu, escutando Mozart enquanto refletia sobre os atos daquele homem que provavelmente nem sabia quem era Mozart, mas se mostrava mais digno de ser sua plat\u00e9ia do que eu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essas duas experi\u00eancias me levaram a me perguntar o que seria a felicidade. Onde moraria ela? Dentro ou fora de n\u00f3s? Esses dois sorrisos eu tenho conservado dentro de mim como um trof\u00e9u e como uma pergunta constante para a qual n\u00e3o quero uma resposta definitiva, mas, quero us\u00e1-la para investigar mais e mais as possibilidades e as verdades e mentiras sobre a felicidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como na \u00e9poca eu era flautista e professor de yoga, comecei \u2013 movido pelo h\u00e1bito \u2013 por observar a respira\u00e7\u00e3o de meus dois personagens casuais. Era impressionante como ambos respiravam com desenvoltura e sem esfor\u00e7o. Mesmo o homem-toco, com todo o esfor\u00e7o cotidiano dos bra\u00e7os para compensar a falta de pernas, respirava com uma flu\u00eancia e mobilidade nas costelas que eu n\u00e3o via nem nos meninos da academia de yoga nem em meus treinados colegas de flauta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fiquei pensando ent\u00e3o que, se houvesse uma ci\u00eancia ou uma arte da felicidade, essa devia passar pela respira\u00e7\u00e3o e, como os dois se colocavam sempre na posi\u00e7\u00e3o de observadores desidentificados de tudo que os cercava, essa ci\u00eancia deveria passar tamb\u00e9m por algo muito pr\u00f3ximo da medita\u00e7\u00e3o. Valia \u00e0 pena perguntar: se o estado de esp\u00edrito diferenciado daqueles dois homens os levou a respirar de maneira t\u00e3o incomum, ser\u00e1 que se mud\u00e1ssemos nossa respira\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m poder\u00edamos, por via oposta, alcan\u00e7ar um estado de esp\u00edrito incomum?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aqueles dois homens me possibilitaram uma compreens\u00e3o diferenciada dos processos de inteira\u00e7\u00e3o entre respira\u00e7\u00e3o e estado emocional e, por toda a minha vida, v\u00eam me inspirando a atentar para o que \u00e9 essencial e o que \u00e9 sup\u00e9rfluo na utiliza\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas respirat\u00f3rias e na pratica de medita\u00e7\u00e3o. Pensar na respira\u00e7\u00e3o deles me trouxe respostas interessantes para o milenar dilema do quanto a felicidade depende de fatores externos ou de atitudes internas. Respirar \u00e9 algo que envolve e integra os universos interno e externo. A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ponte natural, sutil e palp\u00e1vel, entre os dois. Talvez a resposta estivesse na liberdade e na intelig\u00eancia com que nos permitimos integrar essas duas realidades. E talvez a respira\u00e7\u00e3o fosse o meio mais indicado para realizarmos essa integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O olhar daqueles dois homens me possibilitou entender de maneira diferente todas as \u2013 boas &#8211; t\u00e9cnicas de respira\u00e7\u00e3o e medita\u00e7\u00e3o que vim a conhecer mais tarde. Dois olhares totalmente desprovidos de m\u00e1goa, cobran\u00e7a ou expectativa, vindos de homens alijados de acesso \u00e0s fontes de prazer mais disputadas pelas pessoas comuns. Aqueles dois olhares me ensinaram a valorizar, mas sem superestimar, o alcance das t\u00e9cnicas de autoconhecimento que aprendi.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sim, as t\u00e9cnicas de respira\u00e7\u00e3o podem nos levar muito longe, mas desprovidas de uma certa postura, por mais longe que nos levem, elas jamais nos levar\u00e3o ao grande e definitivo salto. Ao salto para a liberdade e a intelig\u00eancia que os dois professores informais encarnavam. Com o homem-toco, aprendi o segredo do como fazer for\u00e7a sem fazer esfor\u00e7o. Notando como ele remava vigorosamente sua pequena plataforma sobre rodas pelo ch\u00e3o e, mesmo assim, continuava respirando livremente, percebi que ele exercitava uma das mais interessantes artes dispon\u00edveis ao homem, a de estar em um ritmo interno e outro externo ao mesmo tempo. Ele podia correr com o carrinho e continuar perfeitamente calmo por dentro. E observando como ele, a todo momento, levantava os bra\u00e7os em diagonal para acomodar sua pequena bolsa a tiracolo, percebi com que sutileza ele desenhava uma dan\u00e7a m\u00e1gica e natural, que alongava os m\u00fasculos intercostais. Ele me revelou algumas das chaves que uso at\u00e9 hoje para desbloquear caixas tor\u00e1cicas de amigos e alunos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 com o senhor do clube de bridge aprendi os segredos da calma trazida pela respira\u00e7\u00e3o lenta e sem esfor\u00e7o. A maneira gaiata com que ele cumprimentava os jogadores de bridge noturnos, batendo contin\u00eancia com a palma da m\u00e3o para cima, servia para descontrair e aproximar os bem-vestidos. Era uma esp\u00e9cie de gesto assinatura, que lhe dava uma aura de inoc\u00eancia e de inofensividade. Ele fazia men\u00e7\u00e3o de bater contin\u00eancia e, quando sua m\u00e3o chegava \u00e0 testa, ele virava a palma para o c\u00e9u e continuava o gesto como se fosse uma coreografia pessoal, passando a m\u00e3o sobre toda a cabe\u00e7a enquanto sorria largamente. Como quem dissesse: te pequei, hein. O gesto, engra\u00e7ado, nunca falhava em descontrair as pessoas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Imitando o gesto de minha janela, senti uma imediata e in\u00e9dita ventila\u00e7\u00e3o na parte alta do pulm\u00e3o e eu, que estudara com tantos professores de flauta, diversas e eficientes maneiras de controlar a sa\u00edda do ar dessa regi\u00e3o para que houvesse uma reserva extra de ar que permitisse maior f\u00f4lego em frases musicais longas, percebi que aquele homem ali, naquele momento, me dava o caminho, que mais tarde vim a desenvolver, de como prolongar o f\u00f4lego nessa regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os movimentos aparentemente ing\u00eanuos que os dois faziam escondiam em si as bases de um verdadeiro bal\u00e9 inici\u00e1tico capaz de dissolver resistentes tens\u00f5es cr\u00f4nicas da caixa tor\u00e1cica e desenvolver estados de esp\u00edrito preciosos e raros.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/t1.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcTWijOUXrLc4N-pyjEaGJSG2uCgKC405_8jM2MRbDGmt5ajiRqctg\" alt=\"\" \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #333399;\">Participe do curso:<\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h3 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #333399;\">Autoconhecimento pela Respira\u00e7\u00e3o:<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000080;\">\u00a0<a href=\"https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=92\"><span style=\"color: #000080;\">https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=92<\/span><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4 style=\"text-align: center;\" align=\"center\">\u221e<\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p>Esse curso \u00e9 um convite \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de novas dimens\u00f5es de sua vida a partir de mudan\u00e7as em sua respira\u00e7\u00e3o. Nele ser\u00e3o experimentadas medita\u00e7\u00f5es baseadas em maneiras de respirar, capazes de revelar potenciais adormecidos e enriquecer a vida com amor, sa\u00fade e harmonia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p>Em viv\u00eancias progressivas e inspiradas, voc\u00ea descobrir\u00e1 como a respira\u00e7\u00e3o consciente e profunda leva a uma mudan\u00e7a na qualidade de vida em diferentes \u00e1reas, trazendo mais energia ao corpo, relaxamento \u00e0 mente e uma amorosidade espont\u00e2nea que torna a vida mais vibrante e agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p>No plano espiritual, a mudan\u00e7a na respira\u00e7\u00e3o proporcionar\u00e1 um sil\u00eancio interno que pavimentar\u00e1 o caminho para a medita\u00e7\u00e3o profunda, abrindo espa\u00e7o para sentimentos de \u00eaxtase e liberdade interior.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p>A cada encontro\u00a0ser\u00e3o experimentadas novas t\u00e9cnicas de medita\u00e7\u00e3o e ritmos respirat\u00f3rios que aumentam a clareza e o discernimento e d\u00e3o suporte \u00e0 maior aventura poss\u00edvel a n\u00f3s, a descoberta de n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p align=\"center\">\u221e<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p align=\"center\">O curso ser\u00e1 composto de dois m\u00f3dulos de quatro meses cada, com op\u00e7\u00f5es de turmas semanais ou de encontros intensivos em um final de semana por m\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p align=\"center\">\u00a0O primeiro m\u00f3dulo ir\u00e1 at\u00e9 dezembro deste ano, o segundo m\u00f3dulo ser\u00e1 opcional e come\u00e7ar\u00e1 ap\u00f3s as f\u00e9rias de ver\u00e3o em mar\u00e7o do pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p align=\"center\">\u221e<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4 style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"color: #333399;\">Curso Semanal:<\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4 style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"color: #333399;\">In\u00edcio: 31 de agosto de 2016<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #333399;\">quartas-feiras, das 16:00 h \u00e0s 17:45 h ou das 20:00 h \u00e0s 21:45h.<\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4 style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4 style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"color: #333399;\">Curso Intensivo:<\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #333399;\">In\u00edcio: 17 de setembro de 2016<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #333399;\">s\u00e1bados de 14:30 \u00e0s 19:3o h<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #333399;\">domingos de 9:00h \u00e0s 13:00h<\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4 style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"color: #333399;\">Local: Academia Ananda\u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #333399;\">Av Nossa Senhora de Copacabana 769\/102 \u2013 Rio de Janeiro<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #333399;\">Mensalidade: R$ 290,00<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #333399;\">Informa\u00e7\u00f5es e inscri\u00e7\u00f5es: (21) 2508-8608<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #333399;\">meditarsempre@gmail.com<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #333399;\">ou mensagem pelo site<\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=92\">https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=92<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #333399;\">Leia tamb\u00e9m:<\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">Respirar \u00e9 Viver:\u00a0<span style=\"color: #000080;\"><a href=\"https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=1497\"><span style=\"color: #000080;\">https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=1497<\/span><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Explore a Sua Respira\u00e7\u00e3o:\u00a0<span style=\"color: #000080;\"><a href=\"https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=92\"><span style=\"color: #000080;\">https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=92<\/span><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A Trilha Libertadora da Respira\u00e7\u00e3o:\u00a0<span style=\"color: #000080;\"><a href=\"https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=1471\"><span style=\"color: #000080;\">https:\/\/pedrotornaghi.com.br\/?page_id=1471<\/span><\/a>\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>. A Ci\u00eancia da Felicidade . Pedro Tornaghi . . . Aos vinte e poucos anos eu morava no Posto 6, em Copacabana, e costumava passar todo dia, no caminho de casa, por um mesmo mendigo que, sempre, de maneira renovada, me impressionava. 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